Achei que nunca mais ia conseguir escrever um post! o.o
O trabalho aqui na empresa esses dias aumentou bastante, especialmente porque resolveram me cobrar coisas que não são minha obrigação fazer. Mas tudo bem, porque dei conta de tudo e não tive maiores problemas, e isso prova que estou apta a subir mais um degrau na escada de cargos que almejo conquistar.
Dia das Mães
O final de semana foi, inesperadamente, bom!
Inesperadamente, porque o namorado-sama foi arrastado para a casa da avó, na pequena cidade (menor do que a Nowhereland) onde vive quase toda a família dele. E como eu queria passar essa data com a minha mãe, nós não nos vimos. Mas foi muito bom, porque tive tempo para colocar o sono em dia, e até mesmo ficar sentada de bobeira com os pés sob sol enquanto lia um livro (coisa que há muito não me sobrava tempo para fazer).
Mas o dia das mães mesmo, aquela data comemorativa que tem por objetivo homenagear as progenitoras (ou não), que criam seus filhos com todo amor, carinho e zelo, foi um tanto estranha. Especialmente, porque foi o primeiro Dia das Mães em mais de 70 anos que a família passou sem sua matriarca, sem aquele centro de união. Foi muito estranho não ser chamada para almoçar junto com todas as mães na casa onde, durante muitos e muitos anos, morou aquela que nós, carinhosamente, chamávamos de vó. A criatura mais sábia, bondosa, forte e gentil que eu já tive a honra de conhecer nos meus poucos anos de vida. Poucos, perto dos 93 que ela passou aqui na Terra, nos guiando, aconselhando, ensinando e cuidando.
Definitivamente, não foi a mesma coisa. Cada um em sua casa, comemorou (ou não) a data como achou que convinha. Eu passei o dia com a minha mãe, almocei com ela, depois passei o restinho da tarde na casa da minha madrinha e mãe, mas ainda assim, senti um pouco de falta da família toda reunida em volta de uma mesa, falando alto, brincando uns com os outros, enquanto crianças de todas as idades correm em volta da gente e sempre acabam caindo ou derrubando alguma coisa, que não é importante, e mesmo se fosse o objeto mais caro do mundo, naquele momento, seria apenas mais um motivo para rir e brincar.
Eu nunca fui de participar dos eventos sociais em família, mas sempre tive a segurança de que a família estaria reunida lá sempre que eu precisasse, então é estranho para mim, que cresci vendo essa mágica reunião acontecer em todas as datas comemorativas do ano, ter um Dia das Mães tão silencioso assim.
No entanto, mais do que em qualquer momento da minha vida, tive a certeza de que a nossa matriarca estava lá, olhando por nós e nos orientando, como fazia sempre. É por isso que, mesmo um pouco atrasada, eu gostaria de desejar à Vó Marina, um Feliz dia das Mães!
Eu e meus livros…
Eu contei que comprei livros novos, né? Um deles fala especificamente sobre a Stregheria (que, a grosso modo, poderia ser chamada de Bruxaria Italiana).
Quando eu falo para você “estou lendo um livro sobre a bruxaria italiana”, qual associação você faz?
Pizza? Spagetti? Massas em geral? Torre de Pisa?
Pois é… Normalmente, essas são as primeiras associações que fazemos à Itália. Sabendo se tratar da parte religiosa, o máximo que já me responderam quando fiz essa pergunta, foi Cristianismo. Afinal, a base (O Vaticano), embora seja um país à parte, está lá dentro.
Pois bem… Itália, minha gente, é Roma! Um dos impérios mais antigos e poderosos de que se tem conhecimento, com política e religião muito antigos e bem estruturados. Mas ninguém faz essa associação!!! o.o Quando falamos dos Deuses Marte, Vênus, Diana, estamos falando de deuses italianos em sua essência, mas ninguém faz essa associação!
Eu sei que é uma observação fútil e idiota a respeito de coisas magníficas que estão escritas nesse livro, mas eu não pude deixar de ficar impressionada.
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Bom… O livro mesmo tem me dado milhares de coisas para pensar, como eu havia previsto, e quero estruturá-las para escrever aqui e dividir com vocês. Então, até breve!



